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Turmalina Paraíba

Informações Genéricas:

Origem do Nome: é considerada uma pedra incomum por sua beleza e cores como um azul vívido e verde que nunca foram vistos antes em outras Turmalinas. Seu brilho azul neon é distinto, apresentado uma beleza poderosa. Recebe o nome de Paraíba pelo fato das primeiras pedras com estas características serem descobertas neste estado localizado no nordeste do Brasil. É uma das gemas mais valiosas do mundo em função de sua raridade e beleza ímpares.

Principais Cores: Azul intenso a azul violáceo, azul esverdeado, verde azulado, verde. As cores vívidas são denominadas pelo mercado como: neon, fluorescente ou elétrica.

Países Produtores: jazidas de Turmalinas são encontradas em pegmatitos e depósitos aluvionares. O mais importante fornecedor histórico é o Brasil, na Paraíba e Rio Grande do Norte. Em 1988, uma variedade brilhante de Turmalina Elbaíta foi descoberta na Paraíba, Brasil. As cores das Turmalinas eram de uma intensidade vívida que arrebatou o mundo das gemas. A causa de suas cores brilhantes era a presença de cobre, manganês e, em alguns casos, traços de bismuto. Após a descoberta, outras Turmalinas de cores vivas também foram descobertas em Parelhas, no Estado do Rio Grande do Norte, Brasil. Essas Turmalinas também foram consideradas “Paraíbas”. Alguns anos depois, em 2001, foram descobertas Turmalinas também contendo cobre na Nigéria e, posteriormente, em Moçambique. Essas pedras também continham vestígios de magnésio e chumbo em percentuais menores do que as do Brasil e, embora não fossem tão intensas quanto às pedras brasileiras foram oficialmente classificadas como Turmalinas Paraíba pela Conferência Internacional dos Laboratórios da Indústria de Pedras Preciosas. As produções mais vultosas dos últimos anos têm sido nas minas de Maraca e Mavuco, localizadas em Nampula, Moçambique. Também, a Mina de Parelhas no Rio Grande do Norte, Brasil, tem produção regular de pedras pequenas.

Lapidações Comuns: qualquer formato cai bem em Turmalina Paraíba, pois seu eixo ótico é mais claro do que nas outras turmalinas. Como esta gema contém inclusões com frequência, é importante, na fase de serrar, orientar a mesa de forma que agulhas e trincas fiquem numa posição vertical em relação à mesa. Gotas e ovais são as formas preferidas, assim como as redondas para pedras abaixo de 4mm.

Tratamento Normalmente Aplicado: tratamento térmico entre 400 e 560°C é utilizado para abrir a cor de cristais azuis mais escuros, assim como mudar a cor de materiais de cor lilás para azul. Em alguns casos com maior presença de inclusões, como nos cabochões, o tratamento com óleo ou resina pode ser feito.

Dados Gemológicos

Espécie:Turmalina paraíba
Dureza de Mohs: 7/7,5
Densidade Específica: 3,06 (+0,15 / -0,05)
Clivagem: Não há.
Fratura: Desigual, concóide quebradiça
Sistema Cristalino: Hexagonal (trigonal) cristais usualmente alongados com secção triangular e faces arredondadas, estriações nítidas paralelas ao eixo principal; muitas vezes, diversos prismas crescem juntos.
Composição Química: (NaLiCa)(Fe₁₁MgMnAl)₃Al₆[(OH)₄(BO₃)₃Si₆O₁₈)]Borossilicato complexo de alumínio de composição variável.
Transparência: Transparente
Índice de Refração: 1,624-1,644
Birrefringência: 0.020
Dispersão: 0,017
Pleocroísmo: Verde: forte; verde-escuro e verde-claro. azul: forte; azul-escuro e azul-claro.
Brilho: Vítreo
Fluorescência: Fraca ou nenhuma